Crowdfunding: o que é e como funciona?

É o lema do “grão-a-grão enche a galinha o papo” aplicado ao investimento particular. Em 2021, ano recorde até então, esse montante saltou para R$ 188,2 milhões. Além disso, os portais que mediam esses financiamentos também precisam estar registrados na CVM. Esse tipo de financiamento passou a ser regulamentado em 2017, quando passou a valer a Instrução Nº 588, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Somente os chamados “investimentos coletivos” são regulados no Brasil. O organizador deve manter um canal aberto de comunicação com os apoiadores, divulgando o andamento do projeto e obedecendo às promessas feitas aos financiadores.

Maclear: Rentabilidade atrativa, mas com riscos relevantes

Acompanha toda a informação imobiliária e os relatórios de dados mais atuais nas nossas newsletters diária e semanal. “Por isso, queremos aproveitar o nosso historial em Espanha e o sucesso do modelo que consolidámos para ocupar uma posição relevante neste mercado”, sublinha. Portugal e França são os dois primeiros mercados no roteiro do plano de internacionalização da Urbanitae, que conta finalizar a sua entrada em Itália nos próximos meses. Já Simão Cruz, diretor nacional da Urbanitae em Portugal, refere que “o financiamento participativo está a crescer rapidamente em Portugal. Diego Bestard, CEO da Urbanitae, afirma que “queremos aproveitar o nosso historial em Espanha e o sucesso do modelo que consolidámos para ocupar uma posição relevante neste mercado”.

Esta plataforma logo se encarrega de repartir os ganhos dos investidores. Housers também não tem o dinheiro dos investidores no seu poder, sendo este gerido por uma entidade de pagamentos, Lemon Way, que funciona como um PayPal. Ou seja, por detrás de cada compra de um ativo imobiliário há uma sociedade limitada, o que significa que o investidor decide investir a partir de 50 euros no imóvel compra uma participação social da sociedade limitada. "A grande diferença de Housers com outras plataformas é que há sociedades limitadas por detrás", assinala o responsável. Aliás, se algum projeto não funciona de acordo com o esperado, são os próprios investidores que assumem o risco e as perdas económicas.

A comunidade PPL consegue fazer coisas incríveis.

De acordo com João Távora, CEO da Housers Portugal, “o facto de termos atingido rapidamente este número expressivo de utilizadores, essencialmente de forma orgânica, mostra como o setor imobiliário é atrativo para os portugueses e comprova o potencial do crowdfunding em Portugal. "Fazemos um estudo de mercado e são os investidores que decidem investir ou não", escusando-se assim a apresentar rentabilidades médias. Se no final desse tempo, não se consegue o valor da operação de compra, então o dinheiro obtido é devolvido aos investidores. Neste caso, o investidor converte-se em copromotor, assumindo todos os direitos e obrigações de um promotor imobiliário tradicional.

O mercado em Portugal é muito mais pequeno. O projecto português Ziphius, um drone aquático da portuguesa YDreams, angariou cerca de 113 mil euros. Com estes conhecimentos, estás agora preparado para tomar uma decisão informada e embarcar numa viagem de crowdfunding bem sucedida.

Qual a melhor plataforma de crowdfunding no Brasil?

O seu papel é promover a cooperação e a partilha de recursos e conhecimento dentro da rede, a fim de melhorar os recursos e serviços disponibilizados aos empreendedores e empresas incubadas. A operação foi promovida em colaboração com a Caler Real Estate Advisory, uma empresa especializada em investimento, gestão e otimização de carteiras imobiliárias. Posteriormente, os apartamentos serão arrendados ao operador internacional Numa Group, garantindo assim uma fonte estável de rendimento para os investidores.

Esta flexibilidade garante que o crowdfunding é acessível a projectos de todas as dimensões. Fornecem ferramentas e recursos para te ajudar a criar campanhas atraentes, gerir fundos e comunicar com os teus apoiantes. Ao apresentares o teu projeto numa plataforma, podes chegar a pessoas que estão interessadas em apoiar ideias inovadoras ou causas de caridade. Isto leva-nos ao modo de funcionamento de uma plataforma de crowdfunding.

  • O investimento pode começar pelo mínimo de 50 euros até ao montante total das operações de investimento.
  • Normalmente, esses fundos são compostos por mais de um empreendimento, sendo uma forma diversificada de se expor ao mercado imobiliário.
  • Os dados pessoais recolhidos neste fluxo destinam-se a ser tratados para a finalidade envio de comunicações comerciais e/ou informativas pelo Santander.
  • Com a sua permissão, nós e os nossos parceiros podemos usar dados de localização geográfica e identificação através da digitalização do dispositivo.

A maior parte dos projectos que solicitam financiamento via crowdfunding não incluem desenhos técnicos detalhados na descrição mas somente o suficiente para os apoiantes avaliarem e decidirem contribuir para o projecto. Após iniciares sessão na plataforma, basta abrires a área pessoal e clicar em as minhas campanhas.Também podes verificar o estado do financiamento na barra de progresso, mostrada em cada listagem de campanhas, que indica a percentagem conseguida até ao momento. Por exemplo, se um projecto necessita de 5000 euros para se concretizar mas apenas 100 euros foram angariados durante a campanha, a concretização do projecto estará em causa, bem como a entrega das recompensas associadas; neste caso, o mais justo será devolver o montante angariado aos apoiantes. O retorno do seu investimento depende do sucesso do projeto desenvolvido através da campanha de em que invista. Regra geral, os primeiros investidores na campanha de crowdfunding podem ser a própria família e os amigos mais chegados uma vez que já o conhecem, confiam em si e decidem ajudar. Para efeitos da realização do investimento em sede de financiamento colaborativo é obrigatória a intervenção da entidade autorizada à prestação de serviços de pagamento, de acordo com as normas legais e regulamentares que regem a respectiva actividade.

As taxas de juro brutas variam, em geral, entre 4% e 8% ao ano, embora a maioria dos projetos se situe na faixa dos 4% a 6%. Apesar de alguns projetos oferecerem uma taxa de juro bruta de cerca de 6% ao ano, quando somamos os custos com comissões e impostos, a rentabilidade líquida efetiva desce para valores na ordem dos 3,7% anuais. No entanto, a empresa alterou a sua política e passou a cobrar comissões também aos investidores, entre 10% e 12% sobre os juros brutos recebidos. Um investidor singular, por exemplo, não pode ter investimentos superiores a 10 mil euros no período de 12 meses.

Consciente das potencialidades do crowdfunding boaboa.pt no imobiliário, o JPS Group, que está a desenvolver um dos maiores projetos na região de Lisboa em matéria de construção nova, o SkyCity, é um dos primeiros a apostar neste conceito. A diferença entre o crowdfunding e um fundo de investimento imobiliário é que, no primeiro caso, o investimento é sobre um produto específico. Para quem ainda está a familiarizar-se com este conceito, pode dizer-se, de uma forma simples, que consiste em juntar o capital de vários investidores para desenvolverem os projetos, sendo depois a rentabilidade distribuída por quem investiu.

Nos últimos tempos têm-se multiplicado as notícias a dar conta da existência de plataformas que permitem a que pequenos investidores possam, na medida das suas possibilidades, investir no imobiliário. O investimento médio ronda os 800 euros e a empresa garante que cerca de 30% dos investidores voltam a investir, depois de experimentar. No caso espanhol, estes investimentos são tributados como dividendos, sendo considerados pelas Finanças daquele país como rendimentos de capital imobiliário que tributam no IRPF (equivalente ao IRS português). “É para as micro e pequenas empresas portuguesas, que procuram financiamento à roda dos 20 mil euros e que normalmente têm dificuldades” em aceder a crédito, explica Afonso Eça. Barreiras no investimentoEsta é uma questão que é vista com alguma preocupação por Afonso Eça, um dos fundadores de uma plataforma online de empréstimos a empresas chamada Raize. Uma das novidades é a criação de um limite ao dinheiro que cada pessoa pode aplicar nas plataformas de investimento e de empréstimos.

O portefólio da Urbanitae em Portugal abrange diferentes segmentos do sector imobiliário. O empresário, sócio fundador e presidente executivo da Sherpa Capital esteve ligado ao projeto desde o seu início como investidor. O impulso que a Urbanitae está a registar agora surge após a recente incorporação de Eduardo Navarro como presidente da empresa. A plataforma está ainda a analisar a expansão para outros países na Europa e fora do espaço europeu. A plataforma apareceu em Espanha em finais de 2015 e intensificou a sua actividade no início de 2016. João Távora assegura que este investimento está em linha com os mais tradicionais na área imobiliária.

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